quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Subentendidos

(...)
Um Jovem:
“Não concordo com uma só palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las”.
"_ Diante desta sentença de Voltaire (Filosofo Francês), faço-te a seguinte indagação:
'Até que ponto' aceitamos e respeitamos as opiniões dos outros ?
Vivemos impondo regras, normas e padrões (inúteis). Vivemos verticalizando nossos saberes, nossas vivências e convivências, sempre nos colocando a cima da verdade. Mas, o que é a 'verdade'? Quem somos nós, afinal de contas? De fato, 'somos seres humanos, seres inacabados, e por isso aprendemos erramos e nos contradizemos'”.

Um outro jovem:
"_ O mundo é feito de regras... e regras foram feitas para serem cumpridas ou não... e se deve responder por esta liberalidade, de respeitar ou não as regras, submetendo-se as suas sanções. Em outras palavras, Sociedade. "

Um jovem:
"_ Porém, meu caro, por vivermos em sociedade, e estando na nossa condição de seres humanos chegamos 'ao ponto' de falarmos em 'democracia' quando nem ao menos (re)conhecemos o seu verdadeiro significado...Chegamos 'ao ponto' de confundirmos autoridade com autoritarismo (e vice-versa). Confundimos, ainda, liberdade de expressão como ameaça as nossas argumentações. Isto talvez , por que demasiadamente, não temos as nossas próprias 'argumentações lógicas' para nos defendermos...Falamos, até, que não existem mais espaços para a “censura...!” (...) Imaginem só!(Estéril ilusão). No entanto... Somos humanos... Inacabados (sujeitos da aprendizagem), como diziam Paulo Freire, Olivier Reboul e tantos outros..."
(...)

Elmo da Vinci Zaratustra

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